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Grupo de Trabalho do ABCD

ABCD

Alison de Castro e Henrique Ferreira

Alisson de Castro e Henrique Ferreira

Alunos da FaBCI receberam a visita de Alisson de Castro e Tatiana Barboza da Modal Networks que palestraram sobre o software ABCD. Leia mais!

A convite do professor Henrique Ferreira da FaBCI, Alisson de Castro e Tatiana Barboza da Modal Networks promoveram aulas especias sobre o software ABCD, da Plataforma ISIS. Leia os depoimentos de alguns alunos presentes:

Depoimento de Beatrix Gussonato Gabrielli, aluna do 4º semestre matutino:

Achei maravilhosa a iniciativa do Prof. Henrique de trazer algum que lida com o ABCD diariamente, para nos auxiliar nas construções das bases e nos dar dicas da ferramenta. Além de dinâmicas as aulas foram muito praticas e serviram para muitos alunos (pelo menos eu) na parte pratica lincarem seus conhecimentos teóricos adquiridos ao longo das aulas do Henrique. Não preciso dizer, mas vou dizer, que me senti a própria moçoila de TI ao seguir os passos-a-passos do Alisson e ver minha base construída no sistema. Aproveitei o contato com a ferramenta para propor melhorias no meu ambiente de estagio, e acabei desenvolvendo um projeto apoiado pela equipe de TI, para tornar nossa base bem mais dinâmica e amigável. Graça ao Alisson a ao Prof. que ditaram todos os caminhos 🙂

Depoimento de Rafael Reche, aluno do 4º semestre matutino:

Apesar de o Alisson não ter a biblioteconomia como formação e sim a Ciencia da Computação, me mostrou uma qualidade enorme de conhecimento sobre a área, talvez isso por ser o presidente da empresa Modal, onde toda a experiência da empresa dele seja com bibliotecas, pois isso o conhecimento.

Teve uma didática tranquila e sob controle, deu exemplos de como o ABCD pode ser útil em uma biblioteca de diversos portes, sendo um programa gratuito onde a UNESCO aconselha. claro com a ressalva que o suporte pela empresa modal não deve ser gratuito, eles tem que pagar seus empregados.



Palestra para o 4º e 6º semestre matutino
Palestra para o 4º e 6º semestre matutino

A base de dados sugerida pelo Alisson mostrou toda a simplicidade do programa ABCD, onde o professor Henrique foi acompanhando e intensificando sobre suas aulas. Aulas claras e objetivas marcaram todo o ensinamento.

Para saber mais, leia o manual do ABCD:

http://bvsmodelo.bvsalud.org/download/abcd/manuais/ABCofABCD-ES-Provisional.pdf

Mais fotos no Flickr da Monitoria Científica: www.flickr.com/people/58947261@N04/

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Hacia la nueva versión de ABCD

Un software mejorado y con mayores posibilidades fue presentado la penúltima semana de marzo en la Universidad Agraria La Molina de Lima (UNALM). Se trata del Sistema de Gestión de Bibliotecas ABCD en su versión 2.0. Entre las novedades que trae esta versión está la de un formato compatible con el estándar de codificación Unicode, lo que permite trabajar en más de un idioma como el chino, el ruso, etcétera; y lo más interesante es que ya se puede establecer una biblioteca digital a través del repositorio de ABCD como lo hace Greenstone y DSpace, aunque con documentos de peso regular.

Este programa que tiene algo de cuatro años en el mercado de software libres ha sido impulsado por BIREME en su primera fase y luego apoyado por el gobierno de Bélgica a través del proyecto VLIR para la cooperación interuniversitaria internacional. Los desarrolladores lo conforman Egbert de Smet, Ernesto Spinak y Guilda Ascencio. Todos ellos realizan una comprometida labor, como Guilda, quien es la administradora de la wiki de ABCD, gran herramienta para la configuración del sistema (ABCD wiki).

Se espera que las últimas pruebas sobre la versión beta de transición estén listas en las próximas semanas para su descarga (ABCD_v20b.ZIP).

IMG_9667Miembros de VLIR

IMG_9669Laboratorio

IMG_9673César, Guilda y Egbert

César Chumbiauca

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Biblioteca da FDRH é informatizada e disponibilizada ao público em geral

HD_20121024161359_mg_5773.jpg_odeteA biblioteca da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) está informatizada. A consulta do acervo já pode ser feita de qualquer localidade que possua internet.

Podem retirar materiais para consultas funcionários da Fundação, alunos inscritos em cursos coordenados pela FDRH/Rede Escola de Governo e estagiários devidamente autorizados pela chefia imediata.

Os trabalhos de migração para a nova plataforma estão em fase de conclusão.

Dos 7000 volumes pertencentes ao acervo, 4.480 já estão na nova base de dados. A biblioteca conta também com 111 títulos de periódicos correntes e não correntes (assinaturas ativas e não ativas).

A Procergs está fazendo o trabalho de migração da plataforma. O software utilizado é o “Administração de Bibliotecas e Centros de Documentação (ABCD).

O ABCD é Open Source e multilíngüe que compreende as principais funções de uma biblioteca: aquisição, catalogação, empréstimo e administração de bases de dados. Inclui inclusive um módulo avançado de empréstimos chamado de EmpWeb. É um software livre, ou seja, está dentro da política de governo que incentiva o uso.

“Para consultar um livro, a pessoa tinha que ir até a biblioteca e nós acessávamos a base de dados para consulta. Hoje já é possível fazer a consulta ao acervo da FDRH de casa ou qualquer lugar que se tenha acesso à internet e está à disposição de qualquer pessoa que precisar”, salientou a bibliotecária da FDRH, Odete Rama Baptista.

Está em fase de implantação também, o serviço de empréstimo automatizado. Cada exemplar terá um código de barras e a máquina emitirá um cupon não fiscal constando o nome do autor pesquisado e a data de devolução.

Os títulos de revistas e fascículos também serão disponibilizados pela internet para consulta.

A biblioteca tem mais idade do que a FDRH. Antes da denominação FDRH, o acervo era administrado pelo extinto Centro de Educação Técnica do Rio Grande do Sul  (Cetergs).

O primeiro livro incorporado à Biblioteca,  sob o registro nº 1, é de setembro de 1969 com o título A bomba Atômica e o Futuro do Homem, de Karl Jaspers (1958).

A biblioteca passou a pertencer à FDRH através do decreto nº 23.091, de 03 de maio de 1974, e é especializada em Administração, Administração Pública, Direito Público  e outras ciências afins.

Seu acervo conta com autores como Peter Drucker, Harold Koontz, Ernest Dale, Idalberto Chiavenato, Administração, Carlos Matus, José Matias-Pereira, David Osborne, Administração Pública, e Pontes de Miranda, Cretella Junior, Celso Antônio Bandeira de Mello, em Direito Público.

Texto e foto: Beto Rodrigues

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Entrevista Wellington Rodrigues, do Biblioteconomia Vagas de SP

Fwd- Welligton2 Wellington Ferreira Rodrigues é o administrador do blogBiblioteconomia Vagas de SP, site de oferta de vagas para Biblioteconomia e Ciência da Informação específico para São Paulo e com presença crescente na web. Em entrevista gentilmente cedida à Monitoria Científica, o ex-aluno da FESPSP conta como tem desenvolvido seu trabalho: muito estudo, muitas leituras, uma pós em Gestão Web, e domínio de ferramentas de SEO para maior visualização de seu site. Confira:

MC: Conte um pouco como você começou a se interessar por tecnologia.

WELLINGTON: Comecei a estudar tecnologia em meados de 2007, no início da faculdade, quando iniciavam as falas sobre Arquitetura da Informação e Web 2.0. Lembro quando o Guilhermo Reis fez uma palestra para algumas turmas na FaBCI/FESPSP, falando a respeito de A.I. Todo este contexto me aguçou o interesse em estudar a respeito da aplicação de tecnologia para melhorar os serviços das bibliotecas. Nunca fui nerd ou algo do tipo, até hoje não sei programar. O interesse partiu mesmo por conta da possibilidade de se utilizar a tecnologia nos serviços de informação.
MC: Você fazia os boletins da Monitoria no ano 1 em html (Wellington foi o primeiro Monitor Científico da FaBCI). O quanto você se desenvolveu na linguagem para administrar o seu blog Biblioteconomia Vagas de SP? Você usa CSS também? Como foi esse processo do começo da Monitoria até hoje, em termos do seu desenvolvimento tecnológico?

WELLINGTON: Os primeiros boletins da Monitoria eram muito simples, e bota simples nisso (rsrsrs). Quando eu li o primeiro Boletim feito pela gestão da Roberta, eu até fiquei com vergonha dos Boletins feitos na primeira gestão (rsrsrs). Mas brincadeiras a parte, no primeiro ano minha preocupação era com o conteúdo divulgado e também fazer com que a Monitoria marcasse presença perante a comunidade FaBCI/FESPSP. Além disso, eu não possuía conhecimentos técnicos avançados para desenvolver um Boletim mais “agradável” visualmente. Enfim, o importante é que a Monitoria conseguiu se fazer presente para a comunidade. Neste meio tempo, meu conhecimento tecnológico avançou um pouco. O uso do WordPress.com, me fez buscar muitas informações a respeito desta ferramenta, não me desenvolvi em CSS, aprendi um pouco mais de HTML, isso pelo fato do WordPress ser uma ferramenta de CMS pronta e de fácil administração. No trabalho com o Blog “Biblioteconomia Vagas de SP”, minha preocupação é com o conteúdo apresentado (veracidade, clareza e alcance ao maior número de pessoas) e aplicação de algumas técnicas básicas de S.E.O. (Search Engine Optimization) para que o blog esteja bem ranqueado nos resultados do Google.
MC: O seu twitter tem agregador de redes sociais, o Meadiciona. Quais ferramentas você tem usado para mensurar seus resultados nas redes sociais?

WELLINGTON: Tenho utilizado as próprias ferramentas de estatísticas apresentadas pelo WordPress.com (no caso do Blog) e a ferramenta de estatística disponível pelo Facebook para as fã-pages. Estas ferramentas demonstram todo o panorama de visualização e compartilhamento das postagens com outras pessoas e sites. Além disso, provam que as técnicas de SEO que utilizo nas postagens geram visualização do blog nos mecanismos de pesquisa. Atualmente, o blog tem alcançado mais de 400 visualizações diárias (mesmo que no dia não tenha sido postado conteúdo novo) e a página do Facebook conseguiu mais de 500 likes (curtidas).

MC: Você usa banco de dados no seu trabalho? Como se desenvolver para ser, pelo menos, um heavy user, em banco de dados?

WELLINGTON: Atualmente, eu trabalho com o software ABCD (Automação de Bibliotecas e Centros de Informação) e um banco de dados com informações curriculares e profissionais desenvolvido pela área de TI do escritório (seria um banco de especialistas, Who is Who ou Quem é Quem). Não me considero um heavy user, mas procuro estar por dentro das novidades da área de TI. Para quem quer iniciar nesta área, creio que é importante participar de grupos de discussão e estar atento às notícias divulgadas a respeito de um ou mais banco de dados. A participação em grupos de discussão é muito válida, pois são discutidos diversos problemas a respeito da base de dados, e se a comunidade possuir membros atuantes com certeza o aprendizado é garantido. Além disso, conta muito a dedicação e a vontade de aprender demonstrada pelo interessado em se desenvolver naquela tecnologia.

MC: Quais são as suas leituras preferidas em tecnologia? Sites, colunistas, livros, etc?

Leio com muita frequência, a Revista Infoo caderno Link do Estadãoos textos do WebinsiderBlog de A.I.Usabilidoido, já li muito o site do Guilhermo Reis. Destaco um curso de SEO de uma empresa chamada Conversion, o curso é grátis e possui um Fórum para comentários. Livros: LinkedWikinomicsA Cauda longa,Arquivologia 2.0, além de livros do Pierre Lévy. Enfim, existem ótimos títulos tratando de tecnologia. Colunistas, autores e pessoas: Carlos Nepomuceno, apresenta ótimas e profundas discussões a respeito da web, Charlley Luz, bibliotecários que trabalham com tecnologia: Tiago Murakami, Moreno Barros (ambos do Bibliotecários Sem Fronteiras), Regina Fazioli, Alexandre BerbeFabiana Andrade Pereira(estuda sobre mídias sociais), Laura Pimentel (trabalha com Arquitetura da informação e conhece muito do tema), Profa. Renate Landshoff. Outra fonte que gostaria de destacar são meus colegas de sala da pós em Gestão Web que estou cursando no Senac, o perfil da maioria é de programadores e web designers, e na maioria das aulas a discussão é muito rica e obtenho muitas informações com eles.

MC: O quanto de tecnologia está definitivamente incluída no seu dia-a-dia? Quais são os hábitos tecnológicos que você adquiriu nos últimos anos e considera irreversíveis?

WELLINGTON: Eu ouço muita música e rádio na internet, conheci excelentes artistas independentes

Fwd- Welligton

Wellington com sua família e a pequena Tati

através da rede. Meus estudos e atualizações profissionais dependem muito do que leio e assisto, sites, blogs, fã-pages do Facebook, podcasts, etc. Considero a internet um item obrigatório em casa, uma comparação quase igual a impossibilidade de se viver sem água.
MC: O profissional de informação tem cada vez mais razão para existir, e paramentado com muito conhecimento tecnológico. Qual é o perfil mínimo exigido para poder administrar o cenário atual de explosão de informação?

WELLINGTON: Nos dias de hoje, é imprescindível ao Bibliotecário saber quais as necessidades do seu ambiente de trabalho que um software pode atender e saber expor estas necessidades aos consultores ou vendedores de softwares. Já vi e ouvi muitos casos em que o software não atendeu as expectativas desejadas e muitas vezes o software é considerado ruim, sendo que o problema estava na avaliação feita do software para atender aquela realidade. Acredito que não é necessário o Bibliotecário possuir conhecimentos avançados em programação, aprender diversas linguagens, etc. O mais importante é possuir uma visão ampla no que diz respeito ao uso de tecnologias. Conhecer as ferramentas e plataformas existentes e procurar estar aberto a sugestões e novas possibilidades de uso das tecnologias para oferecer novos e antigos serviços e produtos antes disponíveis apenas de maneira remota ou física.

Postado por Monitor Científico FaBCI/FESPSP

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Análise do software ABCD no âmbito das bibliotecas escolares

Resumo:

Considera-se pertinente o estudo sobre análise de softwares para bibliotecas
escolares, embora estes sejam escassos no cenário brasileiro. Portanto, este estudo
reuniu a literatura existente sobre softwares para bibliotecas e cotejou a mesma com
as características existentes no software livre ABCD, comparando tais
características com os principais critérios na escolha de um software para bibliotecas
escolares. Tal cotejo utilizou como fonte de pesquisa os critérios estabelecidos pelos
parâmetros para bibliotecas escolares de um estudo da Universidade Federal de
Minas Gerais. O objetivo da pesquisa foi analisar se o software ABCD é passível de
atender às necessidades das bibliotecas escolares brasileiras. O método adotado
para a análise dos dados foi a técnica de análise de conteúdo (Bardin, 1977),
através de uma análise quali-quantitativa, através da qual se analisou as
informações fornecidas por um dos desenvolvedores do referido sistema, criando
categorias para análise. Esta técnica permitiu mapear as funcionalidades do
software ABCD. Tais funcionalidades são demonstradas no checklist desenvolvido
como um dos resultados desta pesquisa. A pesquisa selecionou 90 (noventa)
critérios considerados pela literatura da área e, com base na análise foi possível
constatar que o software ABCD contempla 77% deles. Sendo que, 72% desses
critérios foram considerados indispensáveis em uma biblioteca escolar. Desse modo,
considera-se que o software ABCD possui condições necessárias para subsidiar as
principais necessidades de tratamento e recuperação da informação no âmbito das
bibliotecas escolares e está apto a atender as demandas deste tipo de biblioteca.

Palavras-chave: Bibliotecas escolares. Parâmetros para bibliotecas escolares.
Informatização de bibliotecas escolares. Software ABCD. Software para biblioteca
escolar.

http://portal.febab.org.br/anais/article/view/962/962

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Usuários de Bibliotecas Públicas Desejam Ambos Livros e Tecnologia

Por George Eberhart

Um novo relatório da Pew Research Center indica que o acesso livre a tecnologia em bibliotecas públicas é tão importante para americanos de 16 anos ou mais quanto livros impressos e serviços de referência. “Serviços de Biblioteca na Era Digital” (PDF file), lançado em 22 de janeiro pelo Center’s Pew Internet & American Life Project, mostra que 80% dos 2252 entrevistados disseram que empréstimo de livros e consultar referências são serviços de biblioteca “muito importantes”, enquanto 77% deram a mesma nota ao livre acesso a computadores e internet.

Daqueles que deram uma nota alta a tecnologia na biblioteca, usuários afro-americanos e hispânicos foram mais propensos do que os brancos a achar que o livre acesso era mais importante. Mulheres e aqueles com experiência universitária também tem a mesma opinião.

A pesquisa foi conduzida de 15 de outubro a 10 de novembro de 2012, através de celulares e telefones fixos na Inglaterra e Espanha. Patrocinada pela Fundação Bill & Melinda Gates, a pesquisa faz parte de uma investigação maior lançada em dezembro de 2011 para explorar o papel desempenhado por bibliotecas nas comunidades americanas.

No resultado de outra pesquisa, uma quantidade notável de americanos disse aceitar uma utilização mais ampla de tecnologia, como:

  • Serviços Ask-a-librarian (37% dizem que “muito provavelmente” usariam esse serviço).
  • Acesso ao material e programas de biblioteca baseados em aplicativos (35% “muito provável”)
  • Acesso ao Technology Petting Zoo para experimentar novos aparelhos (35% “muito provável).
  • Aplicativos de navegação em GPS para ajudar patronos a localizar materiais na biblioteca (34% “muito provável”).
  • Máquinas ou quiosques de empréstimo ao estilo Redbox alocadas em toda a comunidade onde as pessoas poderiam fazer check-out de livros, filmes, ou músicas remotamente (33% “muito provável”).
  • Esquema de recomendação de livro, auio e vídeo personalizado ao estilo Amazon (29% “muito provável”).

Larra Clark, diretora do programa do Office for Information Technology Policy da American Library Association, representa o OITP no comitê consultivo do projeto. “Esta é uma oportunidade incrível para aumentar o nosso entendimento das expectativas e percepções públicas de bibliotecas na era digital,” disse Clark ao American Libraries. “Pew não defende, mas seu trabalho fornece ao ALA, bibliotecas, e defensores de biblioteca, informação em tempo útil que pode ser usada para identificar lacunas e oportunidades, tão bem quanto informar os nossos papéis variáveis na comunidade.”

Uma maioria (53%) dos entrevistados disse que bibliotecas “definitivamente” deviam oferecer uma seleção mais ampla de ebooks. Além disso, mais da metade gostaria de fazer check-out de e-readers já carregados com livros (58%), ter aulas de como baixar ebooks de biblioteca para dispositivos portáteis (57%), e ter aulas ou instruções de como usar dispositivos portáteis de leitura como e-readers e tablet (51%). Isto representa um crescimento significativo ao longo do último ano.

Os 53% dos americanos que visitaram uma biblioteca ou biblioteca itinerante pessoalmente nos últimos 12 meses fizeram parte das seguintes atividades:

  • 73% buscaram em prateleiras por livros ou media.
  • 73% fizeram empréstimo de livros impressos.
  • 54% pesquisaram assuntos que lhes interessavam.
  • 50% obtiveram assistência de um bibliotecário. Perguntados com que frequência eles obtiveram assistência de membros da biblioteca para responder questões de pesquisa, 31% disse que frequentemente obtiveram assistência, 39% disse que algumas vezes obtiveram assistência, e 23% disse que quase nunca obtiveram assistência.
  • 49% sentaram, leram e estudaram, ou assistiram ou escutaram a media.
  • 46% usaram uma base de dados de pesquisa.
  • 41% presenciaram ou trouxeram um jovem para a aula, programa ou evento designado para crianças e adolescentes.
  • 40% fizeram empréstimo de um DVD ou fita de vídeo de um filme ou programa de TV.
  • 31% leram ou fizeram check-out jornais ou revistas impressas.
  • 23% presenciaram uma reunião do grupo ao qual pertencem.
  • 21% presenciaram uma aula, programa ou palestra para adultos.
  • 17% fizeram empréstimo ou download de um audiobook.
  • 16% fizeram empréstimo de um CD de música.

O Pew Research Center também reuniu respostas de 2067 membros de equipe de bibliotecas em dezembro de 2012, que forneceram respostas a perguntas abertas que ilustraram quais novos serviços eles estavam implementando ou analisando. Ter mais material digital disponível estava no topo da lista, e muitos disseram que adorariam ter mais ebooks disponíveis, tanto quanto tablets e e-readers para check-out. Outros queriam sistemas de rastreamento de livros por identificação por radiofrequência (RFID), projetos de hands-on em makerspaces, recursos de história local digitalizados, videoconferência e expandir a divulgação na comunidade.

“Estes resultados traçam uma imagem de um público que deseja que suas bibliotecas sejam tudo para todos,” disse Lee Rainie, diretor do Pew Internet Project e coautor do relatório de pesquisa. “Não há  um mapa de prioridades públicas para as bibliotecas, comunidades tão diferentes tendem a possuir misturas diferentes de serviços enquanto caminham em direção ao futuro.”

O Presidente da ALA, Maureen Sullivan, acolhera com satisfação os resultados do relatório, dizendo, “A boa notícia é que as bibliotecas de nossa nação aceitam esta visão ampla de atender as necessidades da comunidade em pessoa ou online e já estão trabalhando para implementá-la. O desafio, claro, é determinar como melhor atender a demanda crescente de aprendizado e informação em tempos em que muitas bibliotecas ainda encaram orçamentos achatados ou reduzidos.”

Um sumário dos resultados da pesquisa e também o relatório completo (PDF file) podem ser encontrados no site do Pew Internet Project.

See in English

Traduzido por: Guilherme Lopes da Silva

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Public Library Users Want Both Books and Technology

By George Eberhart

A new report by the Pew Research Center indicates that free access to technology in public libraries is as important to Americans ages 16 and older as printed books and reference services. “Library Services in the Digital Age” (PDF file), released January 22 by the center’s Pew Internet and American Life Project, showed that 80% of the 2,252 interviewees said borrowing books and consulting reference librarians were “very important” library services, while 77% gave free access to computers and the internet the same rating.

Of those who gave a high rating to technology in the library, African-American and Hispanic users were more likely than whites to feel free access was very important. Women and those with some college experience were also especially likely to feel this way.

The survey was conducted October 15–November 10, 2012, via cellphones and landlines in both English and Spanish. Funded by the Bill & Melinda Gates Foundation, the survey is part of a larger research effort launched in the fall of 2011 to explore the role libraries play in American communities.

In other survey findings, a notable share of Americans said they would welcome wider uses of technology, such as:

  • Ask-a-librarian services (37% said they would “very likely” use this service).
  • Apps-based access to library materials and programs (35% “very likely”).
  • Access to technology petting zoos to try out new devices (35% “very likely”).
  • GPS-navigation apps to help patrons locate materials within the library (34% “very likely”).
  • Redbox-style lending machines or kiosks located throughout the community where people could check out books, movies, or music remotely (33% “very likely”).
  • Amazon-style customized book, audio, and video recommendation schemes (29% “very likely”).

Larra Clark, program director for the American Library Association’s Office for Information Technology Policy, represents OITP on the project’s advisory group. “This is an incredible opportunity to increase our understanding of public perceptions and expectations of libraries in the digital age,” Clark told American Libraries. “Pew does not advocate, but its work provides the ALA, libraries, and library advocates with timely information that can be used to identify gaps and opportunities, as well as communicate our changing roles in the community.”

A majority (53%) of the interviewees said libraries should “definitely” offer a broader selection of ebooks. In addition, more than half would be likely to check out e-readers already loaded with books (58%), take classes on how to download library ebooks to handheld devices (57%), and take classes or instruction on how to use handheld reading devices like e-readers and tablet computers (51%). This represents a significant growth over the past year.

The 53% of Americans who visited a library or bookmobile in person in the past 12 months took part in the following activities:

  • 73% browsed the shelves for books or media.
  • 73% borrowed print books.
  • 54% researched topics that interested them.
  • 50% got help from a librarian. Asked how often they got help from library staff in answering research questions, 31% said they frequently got help, 39% said they sometimes got help, and 23% say they hardly ever got help.
  • 49% sat, read, and studied, or watched or listened to media.
  • 46% used a research database.
  • 41% attended or brought a younger person to a class, program, or event designed for children or teens.
  • 40% borrowed a DVD or videotape of a movie or TV show.
  • 31% read or checked out printed magazines or newspapers.
  • 23% attended a meeting of a group to which they belong.
  • 21% attended a class, program, or lecture for adults.
  • 17% borrowed or downloaded an audiobook.
  • 16% borrowed a music CD.

The Pew Research Center also canvassed some 2,067 library staff members in December 2012 who provided answers to open-ended questions that illustrated what new services they were implementing or considering. Having more digital materials available was high on the list, and many said that they would love to have more ebooks available, as well as tablets and e-readers for checkout. Others wanted radio-frequency identification (RFID) tracking systems for books, hands-on projects in makerspaces, digitized local history resources, videoconferencing, and expanded community outreach.

“These findings paint a picture of a public that wants its libraries to be all things to patrons,” said Lee Rainie, director of the Pew Internet Project and coauthor of the survey report. “There is no  clear roadmap of public priorities for libraries, so different communities will likely come up with different mixes of services as they move into the future.”

ALA President Maureen Sullivan welcomed the report’s findings, saying, “The good news is that our nation’s libraries embrace this broad vision of meeting community needs in person and online and already are working to implement it. The challenge, of course, is determining how to best meet growing information and learning demands at a time when many libraries still face flat or reduced budgets.”

A summary of the survey findings as well as the complete report (PDF file) can be found on the Pew Internet Project website.

Veja em Português

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Como reinventar bibliotecários: as cinco melhores dicas do mundo todo.

Faça parceria com pessoas em locais alternativos, seja sensível com as necessidades culturais do usuário e compartilhe ideias nas mídias sociais.

O Global Librarian é uma publicação conjunta de duas organizações bibliotecárias de Nova York, a Association of College and Research Libraries (Greater New York Metropolitan Area Chapter) e o Metropolitan New York Library Council. Ele busca destacar bibliotecários no mundo todo que tomaram decisões ativas para reinventar a si mesmos enquanto revigoram sua profissão. Escolhemos cinco dicas práticas:

Unir forças

Nessa comunidade global, cada vez mais inter-conectada, colaboração e parceria são a chave para o sucesso. Nenhuma pessoa ou organização possui as habilidades, ferramentas, talentos e recursos para garantir um serviço de qualidade a todos os usuários em todas as horas. Por exemplo, Xin Li da Universidade Cornell embarcou com sucesso em várias parcerias com a China e Taiwan. Não esqueça de se organizar e se relacionar com os profissionais de biblioteca – nunca se sabe quando uma parceria pode surgir. Não subestime o valor de unir-se e participar ativamente de organizações profissionais como a International Federation of Library Associations, a American Library Association ou outras associações regionais – ou talvez você possa tomar a iniciativa de ajudar a estabelecer uma em sua região. Participação competente ajuda você a se relacionar e conectar com outros fora de sua instituição. Tom Nielsen (Metro) relembra como uma organização bibliotecária era um canal para seus membros trazerem habilidades de pesquisa de biblioteca e know-how para comunidades sem bibliotecas na cidade de Nova York.

Seja sincero consigo mesmo (e com os seus clientes)

Assim como biblioteconomia está mudando, também estão as necessidades de informação de nossos constituintes. Nós devemos olhar longa, fria e honestamente para aqueles que servimos e como suas necessidades têm alterado nesse mundo online. Onde estamos acertando? Onde estamos errando? Siga o exemplo de Matthew Bolen e a equipe da Biblioteca Pública Denver, onde eles desenvolveram programas de aprendizado e linguagem para atender as necessidades de uma crescente população imigrante espanhola. Assim como Amrita Madray da Universidade Adelphi nos lembra, nós precisamos estar atentos a diversidade cultural e de linguagem quando servimos populações internacionais. Lembre-se: A “boa ideia” de outro bibliotecário só é boa para você se ela atender as necessidades de sua comunidade. Conduzir estudos demográficos e avaliações de necessidades são vitais antes de você iniciar a criação de novos programas e serviços.

Abrace a criatividade

Observe bem as ferramentas e recursos que você tem em mãos – até mesmo aquelas que você acredita não haver uso. Ben Turner da Universidade St John’s nos mostra como o site de livre acesso, mas de precisão questionável, Wikipédia pode ser usado para promover habilidades de pensamento crítico e informação literária.

Saia de trás dessa mesa (literalmente e figuradamente)

Biblioteconomia é uma profissão de serviço. Não devemos ficar presos a um modelo tradicional de local físico de trabalho, mas devemos poder dizer: “O bibliotecário saiu do prédio.” Dos insights de Sara Wingate Gray sobre o papel dos bibliotecários itinerantes na era digital até as experiências de Rachel Wightman como bibliotecária em Kampala, Uganda, bibliotecários no mundo todo encontraram os dois, os desafios e recompensas de fornecer serviços além das paredes do prédio da biblioteca.

Compartilhe ideias

Quando uma nova ideia funcionar, conte ao mundo. Quando uma nova ideia não funcionar, conte ao mundo também. Bibliotecários podem aprender uns com os outros, mesmo que haja um erro. Histórias de sucesso são maravilhas para mexer e remexer em suas bibliotecas. As falhas de outros podem ser tão valiosas quanto os sucessos. Frequentemente, elas fornecem insights preciosos sobre lições aprendidas e obstáculos que estão por vir. De qualquer jeito, compartilhe o que tem feito através de publicações, apresentações, blogs e outras formas de mídias sociais. Por exemplo: o Moving Image Media Hub, criado por Dorothea Coiffe da Borough of Manhattan Community College e a Universidade da Cidade de Nova Iorque, foi feito para ser de livre acesso, tornando-o um recurso global.

Naturalmente, esses são apenas alguns exemplos dos modos que os bibliotecários estão redefinindo como eles servem as mudanças de necessidades das comunidades para acesso, uso, criação e preservação de informação. Você tem algum outro exemplo para acrescentar? Por favor, compartilhe nos comentários.

Caroline Fuchs é uma co-editora na Global Librarian

Fonte: Guardian

ENGLISH  Version

Traduzido por: Guilherme Lopes da Silva

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How to reinvent librarians: five top tips from around the world

Partner with people in unlikely places, be sensitive to users’ cultural needs and share ideas on social media.

The Global Librarian is a joint publication from two New York-based library organisations, the Association of College and Research Libraries (Greater New York Metropolitan Area Chapter) and the Metropolitan New York Library Council. It aims to highlight librarians around the globe who have taken active steps to reinvent themselves while reinvigorating their profession. We’ve picked five practical tips:

Join forces

In this increasingly global, interconnected community, the key to success is through partnership and collaboration. No one person or organisation has the skills, tools, talent and resources to provide quality service to all users at all times. For example, Xin Li of Cornell University successfully embarked on several partnerships with China and Taiwan. Don’t forget to organise and network with library professionals – you never know when a new partnership may emerge. Don’t underestimate the value of joining and actively participating in professional organisations such as the International Federation of Library Associations, the American Library Association or other regional associations – or perhaps you might take the lead in helping to establish one in your area. Professional participation helps you to network and connect with others outside your own institution. Tom Nielsen (Metro) recaps how a library organisation was a conduit for its members to bring library research skills and knowhow to non-library communities in New York City.

To thine own self (and patrons) be true

As librarianship is changing, so too are the information needs of our constituents. We must take a long, hard, honest look at those whom we serve and how their needs have shifted in this global, online environment. Where are we succeeding? Where are we falling short? Follow the lead of Matthew Bolen and the team at Denver public library, where they developed learning and language programs to meet the needs of an increasingly Spanish-speaking immigrant population. As Amrita Madray of Adelphi University reminds us, we need to be aware of cultural and language diversity when serving international populations. Just remember: another librarian’s “good idea” is only good for you if it answers the needs of your community. Conducting demographic studies and needs assessments are vital before you begin to create new programs and services.

Embrace creativity

Take a fresh look at the tools and resources already at your fingertips – even the ones that you may believe to be useless. Ben Turner of St John’s University shows us how using the freely accessible but accuracy-compromised Wikipedia can be used to promote information literacy and critical thinking skills.

Get out from behind that desk (figuratively and literally)

Librarianship is a service profession. We should not be wedded to a traditional physical point-of-service model, but must make it possible to announce: “The librarian has left the building.” From Sara Wingate Gray’s insights into the role of itinerant librarians in the digital age to Rachel Wightman’s experiences as librarian in Kampala, Uganda, librarians around the globe have discovered both the challenges and rewards of providing service beyond the walls of the library building.

Share ideas

When a new idea works, tell the world. When a new idea does not work, tell them anyway. Librarians can learn from one another, even in the face of failure. Success stories are wonderful to tweak and replicate in your libraries. Others’ failures can be just as valuable. They often provide precious insights into lessons learned and overcoming obstacles. Either way, share what you have done through publications, presentations, blogs and other forms of social media. A case in point: the Moving Image Media Hub, created by Dorothea Coiffe of the Borough of Manhattan Community College and the City University of New York, has been made freely accessible, allowing it to be a global resource.

Naturally, these are just a few examples of the way librarians are redefining how they serve communities’ changing needs for access, use, creation and preservation of information. Do you have any other examples to add? Please share in the comments.

Caroline Fuchs is a co-editor at the Global Librarian

Source: Guardian

Versão em PORTUGUÊS

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Vencendo a lei do direito autoral, precedente USA

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Como Quebrar o Copyright da WMG no Youtube

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