ABCDLibrary

Grupo de Trabalho do ABCD

Evento ABRAINFO: Passo a Passo

No dia 29/10/2014 aconteceu o evento ABRAINFO: Passo a Passo em comemoração aos 2 anos de existência da associação, com a participação de Briquet de Lemos, Francisco Paletta (ECA-USP), Alisson de Castro (Modalnetworks), Isabel Maringelli (Pinacoteca de São Paulo), Maria do Carmo Cardoso Kersnowsky (UFABC) entre outras pessoas das áreas da informação.

https://www.youtube.com/watch?v=ZTMaa-i6vME

https://www.youtube.com/watch?v=E8sNSZyJRQE

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Aula sobre uso do ABCD

No dia 29/10 o consultor Alisson de Castro (Modalnetworks) ministrou aula sobre o uso do ABCD para os alunos do 4° semestre de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP.

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Passo

Prezado Associado,

Em comemoração ao nosso segundo ano de existência, realizaremos um encontro para promover um balanço desse período e das perspectivas que se apresentam para a área de informação. Nesta oportunidade, realizaremos também uma mesa-redonda para que alguns profissionais, que participaram do último Congresso da IFLA realizado em Lyon, apresentem suas impressões e compartilhem suas experiências.

Convidamos você a fazer parte deste evento com sua presença e contribuições acerca das questões que envolvem a área da Ciência da Informação, para que possamos construir, juntos, um novo cenário.


PROGRAMAÇÃO

18:45 às 19:10h - Credenciamento


19:15h às 19:45h - Abertura e Palestra: “Caminhos percorridos e caminhos futuros da ABRAINFO”

Antonio Agenor Briquet de Lemos
Professor aposentado da UnB. Foi presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, coordenador do Centro de Documentação do Ministério da Saúde, diretor do IBICT e diretor da Editora Universidade de Brasília. Fundador e diretor da editora Briquet de Lemos/Livros. Presidente do Conselho Deliberativo da ABRAINFO.


19:45h - Mesa-Redonda: “IFLA: reflexões e reflexos de Lyon”

19:45h – Isabel Ayres Maringelli (Pinacoteca de São Paulo)
Mestranda em Ciência da Informação na ECA-USP. Possui MBA em Bens Culturais: Economia e Gestão pela Escola de Economia da FGV-SP. Coordena a Biblioteca Walter Wey e o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Faz parte do Standard Comite de Bibliotecas de Arte da IFLA, Pesquisadora associada ao InterPARES Trust (Team Latin America).


20:05h – Maria do Carmo Cardoso Kersnowsky (Universidade Federal do ABC)
Especialista em Gestão de Serviços de Informação pela FESPSP, Coordenadora do Sistema de Bibliotecas da UFABC, Trabalhou no Centro de Documentação da TV Cultura, na Rede de Bibliotecas Públicas e na Rede de Bibliotecas Escolares Interativas de São Bernardo do Campo.



20:25h – Alisson de Castro (Modal Networks)
Consultor e palestrante internacional, atua desde 1996 no planejamento e implantação de ferramentas  em software livre para o Gerenciamento da Informação e Conhecimento. Formado em Automação Industrial (Mecatrônica), atualmente cursa Biblioteconomia e Ciência da Informação na FESPSP.



20:45h – Mariana Queiroz
Bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, foi bibliotecária na biblioteca do escritório Pinheiro Neto Advogados e na Coordenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP. Atualmente é bibliotecária de referência na Biblioteca da FFLCH/USP. Apresentou trabalhos em eventos como SIICUSP, SNBU, CBBD.



Coordenação da Mesa: Francisco Paletta (Escola de Comunicações e Artes/USP)
Professor e Pesquisador da ECA/USP.
Atua nas áreas de ciência da informação, administração geração e uso da informação, preservação digital, gestão de dispositivos de informação, e bibliotecas digitais. Acumula experiência profissional e acadêmica de mais de 26 anos em T.I., gestão da inovação e inteligência estratégica.


21:05h às 21:15h – Perguntas/Bate-Papo
21:15h – Café de encerramento

Data: 29 de outubro de 2014.
Horário: das 18:45h às 21:40h.
Local: Auditório da APEOESP – Praça da República, 282
São Paulo – SP (Próximo à estação República do Metrô)

Vagas limitadas – Para se inscrever Click Aqui


Evento gratuito

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Senhas ABCD – Default

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EVENTO: “Aula Aberta sobre Consultoria em Automação de Unidades de Informação”
DIAS: 20/05 (das 20:40 as 22:00h)
21/05 (das 9:50 as 11:30h)
LOCAL: Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FaBCi
ENDEREÇO: Rua General Jardim, 522 – Vila Buarque – São Paulo
PALESTRANTE: Alisson de Castro – Modal Consultoria
MEDIADOR: FRANCISCO LOPES DE AGUIAR – PROFESSOR RESPONSÁVEL PELA DISCIPLINA “AUTOMAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO – FabCi/FESPSP.

Obs: Não é necessário fazer inscrições!

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Do People Need Libraries in the Digital Age?

    The ruler Ptolemy I Soter is crowned by the Goddesses who preside over South Egypt and North. Wall-painting at Edfu, redrawn by S Pollaroli.     Mary Evans Picture Library/Everett Collection

The ruler Ptolemy I Soter is crowned by the Goddesses who preside over South Egypt and North. Wall-painting at Edfu, redrawn by S Pollaroli. Mary Evans Picture Library/Everett Collection

“Where is the knowledge we have lost in information?”—T.S. Eliot, “The Rock” (1934)

Back when I was in college, I was elected librarian of the Harvard Lampoon in a contest that seemed unusually tight despite the fact that I think my run was uncontested. The undergraduate humor magazine is housed in a mock Flemish castle that dates back to 1909, and I was supposed to find funny books to stock the Lampy library, a quirky, circular chamber with a secret sliding bookshelf that opened up to a hidden room.

Libraries, for me, have always been portals to unexpected places, but in the coming years some of them could become casualties of the internet age. Much of this will be a topic of discussion at The Public Library Association’s (PLA) biennial Conference, set to be held next month in Indianapolis. Public school libraries are enduring budget cuts and staffing reductions. According to a Pew survey released in 2013, 54% of Americans ages 16 and older had personally used a library or library website in the past 12 months, down from 59 % the previous year. The American Library Association (ALA) reports that the use of library materials has increased in recent years, but recent numbers indicate that physical visits have dipped slightly.

To thrive in the digital present and future, today’s librarians should take inspiration from the ancients–and heed their mistakes.

Egypt’s Great Library of Alexandria was founded somewhere around 300 B.C. and endured until possibly 270 A.D. and, according to “Libraries in the Ancient World” by Lionel Casson, its leaders did more than just stock rolls of papyrus. The library thrived in part because of constant innovation.

Zenodotus, the library’s first director, is thought to have been the first to employ alphabetization as a mode of organization. Callimachus, who is thought to have succeeded Zenodotus as director, led a detailed bibliographical survey of all Greek writings and his work became an essential reference tool. Aristophanes of Byzantium, who was director from ca. 200 B.C. to 185 B.C., was said to have read through all the holdings in the facility, and when a poetry competition was staged before the king, he disqualified all the contestants save one on the ground of plagiarism, rushed to the library and, relying just on memory, was able to pluck out the papyrus rolls that proved his case.

That’s a full-service library.

BN-BE612_cultur_CV_20140121230758The Ptolemies, the royal dynasty that ruled Egypt around that time, ran the library the way the Steinbrenners used to run the Yankees–they refused to be denied the things they needed to build a world-class organization. In one case, the Ptolemies posted the equivalent of a million dollars to borrow the official versions of the plays of Aeschylus, Sophocles and Euripides from Athens, and, once they got them, they simply refused to return them.

Yes, the Great Library of Alexandra racked up a million dollars in overdue book fines, which, in eyes of some librarians, should make it the Not-So-Great Library of Alexandra. I’m not saying libraries should steal what they need Ptolemy-style, but you have to admire that kind of aggressive application of library science.

Today’s libraries need that same lean-forward energy. According to a Pew survey, 34% of Americans overall think that “public libraries have not done a good job keeping up with new technologies,” while 55% disagree.

Barbara K. Stripling, president of the ALA, contends that libraries and librarians can reboot for the digital age. She wants ebook prices to come down, but says ebook offerings by libraries are nonetheless going up. She believes that libraries and librarians can use their expertise to become digital guides, helping people to refine their questions, identify authoritative sources, and learn how to find the best answers on their own. Sort of an even more advanced advanced search. “The constantly changing and disorganized nature of the information explosion can be overwhelming to individuals,” Stripling said in an email.

As a kid growing up in the tiny town of Brockport, N.Y., I used to steal away to the stacks of the Brockport College library and spend all day pouring through books. I remember reading Richard Wright’s autobiography “Black Boy” about how, as a child, he had to borrow a library card from a sympathetic white man because the Memphis library wouldn’t lend books to blacks. I recall reading Jorge Luis Borges’s 1941 fantastical short story “The Library of Babel” about an infinite library, and then seeing the words come true, in a way, in the digital age. “When it was proclaimed that the Library contained all books, the first impression was one of extravagant happiness,” Borges wrote. “As was natural, this inordinate hope was followed by an excessive depression.”

Books used to be handed down; ebooks are just downloaded in all their infinite glory, and the next generation often leaves the old electronics behind and looks for its own reading material. My son and daughter, by the time they’re my age, likely will have their own iLibraries of iTunes, iBooks, iPhotos and iMovies, if such things even exist by iThen.

In a digital age, we need librarians more than ever to help sort through it all. Libraries of the future shouldn’t be bookless because, like endangered species, the nondigitized physical texts of the past, and the ones that are still being printed, need a protected space.

Libraries have helped managed public collections, but perhaps they should move into advising us on how to wrestle with our personal digital data too, as we become increasingly overwhelmed with unsorted emails and camera phone photos. The librarians of the future might be human versions the operating system played by Scarlett Johansson in “Her”–likely without Johansson’s smoky voice, unfortunately–guiding us through the digital swirl.

There’s also room to reimagine the concept of a library’s holdings. The Great Library of Alexandria sought to beg, borrow and steal every piece of writing it could. Why not turn that around–but with a technological twist? Amazon.com recently revealed its hopes to someday deliver packages by drones. Perhaps the libraries of the future could have their own drones–to bring books to patrons, and share them between patrons, and maybe not just books, but video games and organic produce and other items that enrich and enliven people’s lives.There’s been lots of talk recently about an internet of things, linking the virtual with the physical–what about a library of things? Imagine if the holdings of a local library included the holdings of everyone who had a library card for the library who could be reached by a drone.

And–why not?–let’s get drones that have automated voices that sound like Scarlett Johansson.

Google recently launched a program called “Helpouts” which connects people with experts. There’s no reason future libraries couldn’t do something similar, acting as a hub for putting people in touch, via Skype or in person, with book authors, professors, and learned members of the community. A number of places around the world are already setting up such “living libraries,” allowing people to contact people in the know directly. The Ptolemies pioneered a similar concept, bringing together some of the leading thinkers of the Hellenistic world for the Museum at Alexandria, which was linked to the Great Library.

Libraries of the future could be places we go not to just check out books, but to check out each other–to participate, face to face, in cultural activities in a way we can’t do over the internet. Some of this is being done. Perhaps more of it needs to be done soon.

BN-BK046_gamewo_CV_20140206115847The Pew Research Center found that 90 percent of Americans ages 16 and older said closing their local public library would have an impact on their community. I think that’s because, whether they use the library regularly or not, people know that their communities need a cultural and intellectual center. What other institution can fill that role in the same way? Starbucks? You can linger there and read and chat as long as you want, but after awhile the price of those lattes adds up.

The great myth about the Great Library of Alexandria is that it was completely destroyed in a fire. That may have been true, but according to “The Library: A World History” by James W.P. Campbell and Will Pryce, there’s no definitive evidence why the library vanished.

What may well have destroyed the Great Library was a failure to continue to innovate. The library faced budget cuts and bureaucracy and damage from smaller fires that could well have impacted its bottom line. The institution’s papyrus scrolls faced the constant threat of rotting away in the Egyptian heat, and without the money to continually recopy them, the holdings may well have faded away, along with the library itself.

Do I need to connect the dots to today? Innovation matters.

Last time I visited the Lampoon library, some of the books I had purchased during my tenure as librarian were still on the shelves. The presence of the books reminded me of the importance of librarians as curators and custodians, of libraries as connections to the past and future, of libraries as safehouses for nerds and bookworms.

Yup, I was home.

The Lampoon library’s secret sliding bookshelf was still there too. I moved it back so my kids could peek behind the books into another world.

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ABCD DO BIBLIOTECÁRIO NA AUTOMAÇÃO DA BIBLIOTECA

Por: Fernando Modesto

[Agosto/2013]

A minha geração foi alfabetizada no abecedário do caminho suave. Aliás, pela cartilha Caminho Suave, que associava objetos e animais com as letras do alfabeto, procurando tornar a alfabetização mais assimilável. Toma-se este modelo para observar que a automação da biblioteca pode ter um caminho suave, assimilável, não como a metodologia da cartilha, mas menos dolorosa, se os recursos tecnológicos forem poderosos nas possibilidades de criação das estruturas documentais e simples na sua operacionalização e manutenção.

Neste sentido, cita-se uma verdadeira cartilha de aprendizado tecnológico para o bibliotecário brasileiro e comentado, nesta coluna, sob o título: O CDS/ISIS MORREU? VIVA O CDS/ISIS LIVRE, o software CDS/ISIS (Computarized Documentation System / Integrated Set for Information System), popularmente conhecido como Microisis (versões MS/DOS) e Winisis (versões MS/Windows). Foi um sistema inicialmente promovido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) para apoiar projetos de informatização de bibliotecas nos países em desenvolvimento. Teve e ainda tem impactos significativos nestes sistemas de informação registrada. A começar por ser o CDS/ISIS, um dos primeiros pacotes de bancos de dados que funcionavam em disquetes, e que ofereciam capacidade de indexação e armazenamento eficiente. A partir da sua versão 2.3 tornou-se orientado por menus, e na sua terceira versão oferecia plena capacidade de operação em rede com proteção de dados, registro e índice multiusuário. O software também incorpora uma linguagem de programação interna (CDS/ISIS Pascal), permitindo o desenvolvimento de funções locais para manipulação de dados, e mesmo para a criação de interfaces independentes. O CDS/ISIS, por sua inovação e estrutura era e é um modelo precursor do software aberto. Arrisco dizer que é inovador e poderoso até hoje, até por operar sob baixa configuração de hardware.

Nos últimos anos, o software passou a ser de código aberto (distribuída nos termos da licença LGPL terceira versão), sendo reconfigurado e adotando nova denominação: ABCD. Com os novos recursos agregados torna-se uma suíte completa para a gestão de serviços de informação documental.

Apesar de existirem outras tentativas de oferecer soluções integradas para bibliotecas baseadas no ISIS, as tentativas ainda não lograram alcançar o nível do ABCD na sua intenção de apresentar uma tecnologia inovada sem romper com a típica comunidade de usuários Isis.

A sigla ABCD é um acrônimo para Automatização de Bibliotecas e Centros de Documentação, o que ilustra o seu objetivo essencial, ou seja, fornecer uma ferramenta para automação de serviços de informação documental. Além de algumas características especiais não muito comuns para um software usado em biblioteca, e que são inerentes à tecnologia de banco de dados Isis; bem como a de oferecer muitas ferramentas em uma só plataforma. Este aspecto também decorre do compromisso com a política do controle bibliográfico universal promovido pela UNESCO e, ao mesmo tempo, servir a gestão de documentos.

O programa adota padrões amplamente utilizados como: MARC21, UNIMARC (Universal MARC), CEPAL (Comisión Económica para América Latina y el Caribe, formato bibliográfico latino muito popular), e LILACS (Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde), bem como estruturas não-bibliográficas. Facilita a criação de qualquer estrutura de dados, e o seu posterior gerenciamento (catalogação, OPAC e circulação). Essa característica indica que, além de bibliotecas e centros de documentação, também arquivos e museus, e outros serviços de informação documentais podem usar o software na manutenção de suas próprias estruturas de informação, e na integração de suas diferentes funções em um sistema baseado na web. Neste aspecto, o programa oferece capacidade multimídia e a manipulação de documento eletrônico completo, o que o transforma em recurso poderoso para a construção de bibliotecas digitais.

O ABCD, lançado em 2009, é um programa desenvolvido e mantido pela BIREME (OMS, Brasil), que contou com a contribuição da Flemish Interuniversity Council´s Developement Cooperation (VLIR-UOS), Bélgica, que decidiu apoiar o desenvolvimento do ABCD através de seu projeto DOCBIBLAS (Development Of and Capacity Building in ISISBased Library Automation Systems), incluindo requisitos para permitir a utilização por bibliotecas universitárias, tais como os formatos bibliográficos: MARC, MODS (Metadata Object Description Schema), METS (Metadata Encoding and Transmission Standard) e o protocolo Z39.50 etc. Além disso, o ABCD conta com a colaboração de outras pessoas e instituições que podem ser visualizadas no Hall of Fame of ABCD.

As características para bibliotecas

Em geral, as bibliotecas de países em desenvolvimento e, em especial, as bibliotecas brasileiras precisam de um software que não requeira esforços de programação na sua operação. Assim, o ABCD é projetado como uma ferramenta para profissionais de informação (bibliotecários, arquivistas, museólogos) e não para tecnólogos em TI (tecnologia da informação). O programa inclui em sua operacionalização todas as definições típicas do sistema ISIS, como Tabela de Definição de Campo, Tabela de Seleção de Campo e a Linguagem de Formatação; o que permite à equipe da biblioteca, manipular dados de seus bancos de dados de forma granular com a finalidade de manter um controle do mesmo. O software também fornece instruções de ajuda na sua operação.

Com base no texto de Dhamdhere, algumas outras características técnicas do ABCD, que devem interessar aos bibliotecários, são listadas em complemento às mencionadas acima:

§ É baseado na web e pode ser usado e gerenciado a partir de qualquer navegador.

§ As funções de gestão da biblioteca são integradas usando a mesma interface e bancos de dados.

§ OPAC com interface simples busca, bem como recurso de busca avançada com operadores booleanos entre outros.

§ Acesso a documento físico e eletrônico (local ou na internet) com a mesma interface.

§ Permite definir, copiar ou editar qualquer nova estrutura de banco de dados com aplicações ISIS existentes, tais como os formatos de intercâmbio bibliográficos e de metadados no padrão Dublin Core.

§ Disponível em versões para vários idiomas como inglês, francês, espanhol, português, além outros idiomas em desenvolvimento.

§ Importa e exporta dados em formato ISO-2709 ou formato texto.

§ Conteúdo e recursos bibliográficos, locais e externos, podem ser facilmente adicionados sem necessidade de programação em linguagem HTML.

§ O módulo de empréstimo básico oferece uma definição detalhada de categorias de objetos e de usuários e políticas e calendários para cada combinação, enquanto o módulo avançado adiciona procedimento de reserva, a página “minha biblioteca“.

§ Gestão de publicações seriadas com a adoção do padrão ISSN e a função de catálogo coletivo.

§ Geração de relatórios estatísticos com a apresentação gráfica de qualquer conjunto definido de variáveis dos bancos de dados.

§ Os registros ISIS carregam individualmente sua descrição estrutural como um “cabeçalho” embutido, diferente da tabela baseada em bancos de dados relacionais onde os registros da mesma tabela compartilham a mesma estrutura por necessidade.

§ Possui o próprio servidor de OAI-PMH, permitindo a coleta de registros em outros serviços não-ISIS, baseados na web.

O ABCD é um ‘pacote’ cooperativo e, também, um pacote de software independente. Neste sentido o módulo ‘central’ contém o ‘coração’ do sistema com as funções essenciais de automação de biblioteca, permitindo às pequenas bibliotecas se automatizarem totalmente com alguma competência tecnológica. Como a maioria dos usuários do ABCD provem do ambiente familiar do ISIS, acabam por aproveitar essa experiência significativa de desenvolvimento local de suas estruturas de banco de dados e formatos de impressão ou mesmo as habilidades desenvolvidas no uso da linguagem de formatação. Aspectos que podem ser reutilizados na migração para o ABCD.

Para a instalação do programa ABCD, a orientação pode ser obtida no endereço: http://reddes.bvsaude.org/projects/abcd. Onde documentos em inglês e espanhol detalham os procedimentos. Também instruções sobre operação do sistema podem ser obtidas no endereço: http://wiki.bireme.org/es/index.php/ABCD.

Versões do software podem ser baixadas do site do projeto Suíte Saber, que é uma proposta de desenvolver, com base no ABCD, um conjunto de soluções, composta pelos módulos de catalogação, pesquisa e circulação para o gerenciamento automatizado de bibliotecas e arquivos. Da mesma forma, na página download do ABCD é possível baixar o programa, acompanhado de manuais de apoio para instalação, configuração e operação de módulos, além da opção de escolha para sistema operacional Windows ou Linux.

Aos bibliotecários que buscam um software compatível com os serviços bibliotecários o ABCD é a opção de baixo custo. Neste sentido, fica difícil compreender a existência de bibliotecas que optam por sistemas não customizados nos padrões bibliográficos da área. Ainda mais, se for biblioteca pública, escolar ou universitária. Nesta situação, as opções dos usuários em termos de acesso à informação ficam restritas.

Lembra-se aos bibliotecários iniciantes na profissão, que a comunidade de usuários ISIS, agora também ABCD, é ativa, e costumam promover reuniões frequentes. Para informar-se de ocorrências da mesma, deve-se contatar a Associação de Bibliotecários local, ou o Conselho Regional de Biblioteconomia, da região.

Quanto à indicação de leitura lista-se algumas referências que podem ajudar na obtenção de maiores informações sobre o ABCD, em especial sobre as suas características de aplicação, operação, instalação e configuração.

Indicação de Leitura:

ABCD projeto. RedDes – Red de Desarrolladores de las Redes BVS, SciElo y ScienTI. Disponível em: http://reddes.bvsaude.org/projects/abcd/wiki/WikiStart Acesso em: 19/07/2013.

ABCD. UNESCO: Comunicação e Informação. Disponível em: http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/access-to-knowledge/free-and-open-source-software-foss/abcd/ Acesso em: 20/07/2013.

Características e Módulos de ABCD. RedDes – Red de Desarrolladores de las Redes BVS, SciElo y ScienTI. Disponível em: http://reddes.bvsaude.org/projects/abcd/wiki/Features Acesso em: 19/07/2013.

De Smet, E. Some ISIS – software history and technical background on the new FOSS integrated library system ABCD. Liber Quarterly: the Journal of European Research Libraries, 19:3/4(2010). Disponível em: http://liber.library.uu.nl/index.php/lq/issue/view/465 Acesso em: 18/07/2013.

De Smet, E.; Spinak, E. The abc of ABCD: the Reference Manual. BVS Salud. Disponível em: http://bvsmodelo.bvsalud.org/download/abcd/manuais/ABCofABCD-EN-Provisional.pdf Acesso em 20/07/2013.

Dhamdhere, S. N. ABCD, an Open Source Software for Modern Libraries. Chinese Librarianship: an International Electronic Journal, 32. Disponível em: http://www.iclc.us/cliej/cl32dhamdhere.pdf Acesso em 19/07/2013.

Guilherme, R. C. ABCD: Automação de Bibliotecas e Centros de Documentação. Control. Disponível em: http://www.ufrgs.br/cabam/files/ABCD,%20Roger%20Craveiro%20Guilherme.pdf Acesso em: 24/07/2013.

Hübner, E.; Guilherme, R. C. Software livre para bibliotecas: uma ferramenta para a democratização do acesso à informação bibliográfica. FGV/Bibliodata. Disponível em: http://www8.fgv.br/bibliodata/geral/docs/software_livre_para_bibliotecas.pdf Acesso em: 24/07/2013.

Portal ABCD. Oráculo. Disponível em: http://www.oraculo.inf.br/index.php?title=Portal:ABCD Acesso em: 20/07/2013.

Fonte: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo_print.php?cod=766

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Fespsp – Palestra sobre as Redes Sociais

Fespsp Comunica: Hoje na aula de Redes Sociais do curso de pós-graduação em Gestão da Informação Digital, a professora Regina Fazioli, convidou Alisson de Castro para uma palestra sobre as Redes Sociais e o Mercado: A Visão de um Profissional de TI.

Fespsp Comunica: Hoje (07/11) na aula de Redes Sociais do curso de pós-graduação em Gestão da Informação Digital, a professora Regina Fazioli, convidou Alisson de Castro para uma palestra sobre as Redes Sociais e o Mercado: A Visão de um Profissional de TI.

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Informações e Valores do ABCD

Oi Nancy,

Vamos lá, desculpe a demora, mas estava participando de um Workshop, na UNICAMP pois estamos criando rede de editores usando o ABCD , voce pode verificar no portal (http://edubase.modalbox.com)

Sobre Valores:

O software não tem custo algum, basta abaixar pela internet.

O software é mantido pela UNESCO (http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/access-to-knowledge/free-and-open-source-software-foss/abcd/)

O software é coordenado pelo comitê Internacional que fica na Bélgica na Universidade de – Antuérpia – http://www.iccisis.org/index.php/pt Antuérpia -

O software já esta sendo usado em produção (uso de fato) a mais de 3 anos, tem pessoas que dizem que ainda esta na versão beta!

A BIREME é parceira e contratada, portanto a manutenção do software não depende da BIREME, tem pessoas que acham que dependemos da BIREME isso não é verdade.

INFORMAÇÕES:

www.abcdlibrary.com

Ir em Versões ABCD 2013 (http://www.abcdlibrary.com.br/?page_id=8)

Recursos:

- Sistema de catalogação com limite ate 16 milhões de registros. (padrão MARC, Dublin core, CALCO, CEPAL, ou outros)

- Sistema de Empréstimos

- Sistema de aquisição

- Sistema de Kardex

- Pesquisa OPAC – Consulta ao Acervo.

- Único software que permite a criação de bases de dados.

Não há limitação de registros;

Não há limitação de quantidade de de usuários;

Esta versão esta pronta para por o catalogo em internet;

Não depende de uma empresa, ou seja, não vai ser descontinuado

Sistema possui suporte a múltiplos idiomas, inclusive não latinos como Hindi e Árabe.

Quando haverá custo:

Tem pessoas e empresas que precisam de assessoria de informática, dai portanto deverá procurar empresas que trabalham com o software, assim como acontece com outros softwares como Dspace, OJS, Biblivre, PHL, etc

Uma implantação básica esta entre R$ 1.600,00 a 2.500,00 – Implantação no servidor da Empresa.

Em nuvem, que é hospedagem via internet R$ 1.300,00/ ano. (para pessoa física é gratuito) Basta pedir uma area (info@modalnetworks.com)

Claro que se a pessoa/empresa precisar de algo especifico dai haverá variação nos valores.

Versão DEMO para testes:

http://abcddemo.modalbox.com

Entre em contato para pedir usuário e senha.

Abraços,

Alisson de Castro

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Endereço de Testes do ABCD

Prezados Amigos,

Aqueles que não desejam instalar o ABCD, mas querem ver como ele é, podem acessar o seguinte endereço para uma degustação:

http://abcddemo.modalbox.com

Usuário: biblio

Senha: biblio

Para acessar a OPAC (Tela de pesquisa do usuário) poderá usar o seguinte endereço:

http://abcddemo.modalbox.com/site

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